Deixem as crianças em paz!

As pessoas tem uma mania chata de decidir tudo pelas crianças, como se elas não fossem capazes de escolher nem entre um copo de água e um molho de urtiga. Se uma criança verbaliza que não quer estudar em uma escola por causa da filosofia do local ou porque simplesmente ela não se identifica, ela deve ser ouvida. O fato de ela ter menos experiência não significa que ela tem que ficar fora do processo decisório de sua vida. Um jovem passa a metade do seu dia (e às vezes o dia inteiro) na escola, por isso a sua opinião tem que ser ouvida sim! Não se pode expôr uma criança ao sofrimento pensando apenas no seu futuro, porque a vida é agora e o futuro é o resultado de uma experiência positiva no presente, por isso o agora tem que ser bom! Sob o pretexto da famosa frase: “Eu sei o que é melhor pra você.”, os adultos agem como se fossem donos das crianças quado não são. Diálogo, negociação, escuta e acolhimento fazem parte do processo de educação. E não adianta forçar a barra, se a criança não quiser ficar, não haverá milagre que a fará estudar, ter boas notas, fazer amigos. Daí, ela deixa de ser uma pessoa para se tornar mais um número nos índices de evasão ou fracasso escolar. Cada número das estatísticas das Secretarias de Educação tem uma história bastante complexa por trás.

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