Pelo 25 de julho, dia da mulher negra latino-americana e caribenha

Ao meu nariz largo, à minha boca carnuda, à minha bunda grande e ao meu cabelo duro, redondo, que nasce como o sol.
À minha pele preta e à noite negra que encontra os meus olhos.
À oferenda da vida.
Ao ouro, às águas, aos raios, ao barro de nossas mães ancestrais.
Às candaces, às tias, às mães, às filhas, avós e irmãs.
Às mulheres negras que pisam, pisaram e que no mundo pisarão.
Ofereço o dia 25 de julho. Dia da mulher negra latino-americana e caribenha.

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