Mauani- O Silêncio de Maria

Nesse ano de 2016 tive a maravilhosa oportunidade de participar de um projeto lindo chamado “Mauani- O Silêncio de Maria”. Série de TV em cinco capítulos que também virou filme pelas mãos do diretor acreano Sílvio Margarido. Foi um processo intenso com atores talentosíssimos, que resultou em um lindo trabalho. Fiz a preparação de elenco, algo que amo fazer.

Segue o trailer.

 

8º Encontro de Cinema Negro- Brasil, África e Caribe

Com um Odeon lotado, deu-se início na noite do dia 27 de maio a cerimônia de abertura do 8º Encontro de Cinema Negro- Brasil, África e Caribe. Idealizado pelo saudoso ator e diretor de cinema Zózimo Bulbul e realizado pelo Afro- carioca de cinema. Foi uma noite linda. Um palco lotado de cineastas negros da África e diáspora. foi emocionante, vi nosso Zozó multiplicado pelo número de olhos brilhantes naquela sala de cinema. Mais uma vez fui a apresentadora. Transbordo de felicidade em fazer parte dessa história.

Odeon lotado

Odeon lotado

No palco com os cineastas e os realizadores Biza Viana e Joelzito Araujo

No palco com os cineastas e os realizadores Biza Viana e Joelzito Araújo

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Apresentando de frente para um Odeon lotado.

Pronta para apresentar. detalhe para os colares e brincos do Varal da Val- Coleção Babalakina.

Pronta para apresentar. detalhe para os colares e brincos do Varal da Val- Coleção Babalakina.

V Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe

Iniciou nessa quinta-feira, dia 24 de novembro, o V Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe promovido pelo Centro Afro Carioca de Cinema, do nosso queridíssimo Zózimo Bulbul. Serão exibidos filmes de cineastas negros de diversas partes do mundo. O evento vai até o dia 01 de dezembro e ocupará as salas do Cinema Odeon, Centro Cultural da Justiça Federa, e Oi Futuro.

         Nesse ano o festival presta duas homenagens: uma é ao FESPACO- Festival Pan- Africano de Cinema- Ougadougou, de Burkina Faso a outra é ao grande ator africano Sotigui Kouyate, morto em 2010.

Zózimo Bulbul

Zózimo Bulbul, idealizador do encontro, é um importante cineasta negro brasileiro, tem promovido intercâmbios importantíssimos entre os cineastas negros brasileiros e cineastas africanos.  Segundo Zózimo, “A inportância desses Encontros se dá entre outras coisas para dar visibilidade aos cineastas negros e negras do Brasil e aos seus filmes.”

A programação pode ser conferida no site: http://www.encontrodecinemanegro.com.br/

Gisela no Rio de Janeiro

O curta-metragem “Gisela”, dirigido por Felipe Sholl e que tem no as atrizes Débora Almeida (Eu) e a atriz Carla Ribas estará em cartaz nesse final de semana no Rio, no Festival Curta Cinema-2011

Sera exibido na Caixa Cultural e no Ponto Cine em sessões gratuitas.

28/10 – Ponto Cine Guadalupe, às 15h – Estrada do Camboatá n. 2.300 – Guadalupe – Rio de Janeiro/RJ
29/10 – Caixa Cultural 1, às 18h30 – Av. Chile 230 – Centro – Rio de Janeiro/RJ (próximo à estação CARIOCA do metrô)
30/10 – Caixa Cultural 2, às 19h – 
Av. Chile 230 – Centro – Rio de Janeiro/RJ (próximo à estação CARIOCA do metrô)

Gisella no Festival do Rio

Gisella, curta-metragem de Felipe Sholl, estrelado por Carla Ribas e Débora Almeida estreia no Rio nesse sábado, 08 de outubro no Festival do Rio. Vai ser uma boa oportunidade para o público carioca conferir esse trabalho que foi filmado em novembro de 2010 e conta com uma bela ficha técnica.

A história: Gisela mora com seu marido e sua empregada, Luiza. O marido está sempre viajando e Gisela acaba passando a maior parte de seu tempo sozinha com Luiza. Acontecimentos estranhos começam a acontecer na casa, mas… quem os está causando?

O filme: estreou em São Paulo, no Festival de Curtas e agora estreia no Rio no Festival do Rio. tem recebido boas críticas dos artistas e do público.

Eu e Luísa: Interpreto a Luísa, empregada de Gisella. Curiosamente, é meu primeiro papel de empregada na vida, o que para uma atriz negra brasileira não é normal, pois é o único perfil em que nos encaixam, sem contar que, geralmente, são personagens que, quando interpretados por mulheres negras, vão entrar mudos e sair calados da trama, e passando lá atrás. Mas Luísa não é o típico personagem que entra mudo e sai calado como são as empregadas domésticas que deixam para as atrizes negras interpretarem, há entre ela e a personagem da Carla Ribas, a Gisella , que dá nome ao filme, uma relação intrigante no filme, pois a patroa desconfia que a empregada a está manipulando para enlouquecê-la, com se estivessem quase trocando de lugar (não explico mais nada, vai para o cinema assistir). Há quem defenda a Luísa e diz eue ela só quer se divertir com a patroa, há quem a chame de psicopata, há também quem diga que é tudo invenção da cabeça da Gisella. Só vendo, né. O que conta é que, ambas a atrizes foram presenteadas com personagens de uma trama muito bem escrita, dirigida e cuidada. Vale à pena conferir.

Serviço: Festival do Rio- Mostra Competitiva

Dia 08 de outubro às 21:45 no Odeon

Dia 09 de outubro das 15h às 18h no Armazém da Utopia

Av. Rodrigues Alves s/n – Armazém 6 – Cais do Porto
Dia 10 de outubro às 17:30 ou às 22h no Estação Vivo Gávea

EQUIPE:

Elenco: Débora Almeida e Carla Ribas
Direção & Roteiro: Felipe Sholl
Produção: Daniel van Hoogstraten
Direção de Fotografia: Leonardo Bittencourt
Edição & Montagem: Julia Murat
Direção de Arte: Cedric Aveline
Figurino / Maquiagem: Inês Laborim
Correção de Cor: Carlos Baptista
Som direto: Felipe Machado
Mixagem e Edição de Som: Daniel Turini & Fernando Henna
Coordenação de Pós-Produção: Fernanda Tornaghi
Assistente de Direção: Rafael Lessa
Assistente de Câmera / Elétrica: Miguel Lindenberg
Assistentes de Produção: Gabriel Bogossian, Livia Cathiard & Rodrigo Barbieri
Assistentes de Produção: Livia Cathiard
Assistentes de Produção: Rodrigo Barbieri
Microfonista: Frederico Massine
Consultor de Arte: Zé Luca
Contra-Regras: Rafael Aguiar & Guilherme da Mata