Entrevista com Luciana Barreto no programa Repórter Brasil, na TV Brasil pelo dia da Mulher Negra Latino- Americana e Caribenha

Pela semana da Mulher Negra, iniciada em 25 de julho, dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, Débora Almeida foi entrevistada por Luciana Barreto no programa Repórter Brasil, da TV Brasil. Durante a semana, o programa receberá uma mulher negra que se destaque em sua área de trabalho. Foram entrevistadas também a escritora Conceição Evaristo, a atriz Ruth de Souza e a cineasta Yamin Tainá.

O programa pode ser assitido todos os dias ao meio dia ou no link: https://www.facebook.com/reporterbrasilnarede/?pnref=story.unseen-section

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Luciana Barreto e Débora Almeida no programa Repórter Brasil, da TV Brasil.

Débora Almeida em entrevista ao CULTNE NA TV

No dia 16 de julho foi exibido o programa CULTNE NA TV com Débora Almeida sendo entrevistada por Ricardo Brasil. No programa, que também está disponível on line, Débora falou sobre o seu trabalho em teatro, o processo do espetáculo Sete Ventos e mulheres negras.

Segue o link com a entrevista completa:

 

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Sete Ventos pelo Brasil e Mundo

Status: Estamos postando.

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Terminado o carnaval, hoje estamos fazendo o que fazemos desde o dia 24 de outubro de 2015, um dia após o lançamento do livro Sete Ventos: estamos postando. Pois é, o livro de Sete Ventos ganhou as estrada, os ares, já cruzou o Brasil, as Américas e o Atlântico. Hoje, além do Rio de Janeiro e outros estados brasileiros, o livro está sendo lido na Áustria, Argentina, Chile e Estados Unidos.

As sete mulheres, as sete qualidades de Iansã representadas pelas personagens Bárbara, Ayana, Samara, Tiana, Fabiana, Ana e Iracema ganharam o mundo. Sete Ventos tirou passaporte e está empretecendo as rotas internacionais!

Já tem o livro? Entre em contato e envie suas impressões, depoimentos, resenha, que nós publicamos em nossa página. Ainda não tem? Entre em contato com a nossa produtora que ela passa as coordenadas. E-mail: deboradeoliveira2014@gmail.com ou contatodeboraalmeida@gmail.com

Tem também a página no facebook: https://www.facebook.com/sete.ventos.5/

 

Quem disse que livro não voa?

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Multicidade. Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas

Entre os dias 31 de outubro e 07 de novembro de 2015 aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Tom Jobim, o Multicidade- festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas. Diretoras, atrizes, bailarinas, estudantes, professoras de Teatro e outras áreas correlatas de todo o mundo estiveram no Rio de Janeiro apresentando suas produções, contagiando a cidade com suas múltiplas formas de comunicação e expressão.

Participei com a aula- espetáculo Sete Ventos Unplugged. Misto de palestra e performance.

Esse festival faz parte da Rede Magdalena Project, da qual já participo desde 2012. Considero um presente na vida de cada artista. Segue o vídeo, que pode falar um pouco mais sobre essa experiência.

Resenha de Sete Ventos. Melanina Acentuada

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Emocionada, a plateia do Teatro Dulcina aplaude o espetáculo de pé

Essa foi a resenha feita por Luciano Maza sobre o espetáculo Sete Ventos, apresentado no Melanina acentuada.

A contadora de mulheres

Sobre “Sete Ventos” na Mostra Nova Dramaturgia da Melanina Acentuada

 Por Lucianno Maza

 O que é a Mostra Nova Dramaturgia da Melanina Acentuada senão um espaço precioso para que todas as etnias possam ouvir as histórias das vidas e/ou das bocas negras? Sim, um ponto de encontro do pensamento e da memória para refletir sobre nossa contemporaneidade carregada de resquícios do passado e em plena transformação por um futuro de maior equidade entre os povos. Esses três tempos surgem em “Sete Ventos” que se resulta no acontecimento-agora da teatralidade.

 Chamam ‘griots’ os contadores de história na África. Em uma cultura transmitida pela oralidade, esses personagens das sociedades tribais são os responsáveis por entreter e fazer sonhar, mas também por transmitir valores e tradições que afetam o pensar e agir dos homens. Débora Almeida é a ‘griot’ desse espetáculo sobre cidadãs negras sob o signo de Iansã, vai ao mitológico africano para emergir em histórias dos cotidianos de luta dessas que carregam na cor e no sexo a exclusão e a força para arrebentar-se dos estereótipos.

A contadora de mulheres já começa confrontando seus ouvintes-espectadores. “Como é meu cabelo?” “Como é meu nariz?” “Como são meus lábios?” Evoca o fenótipo inescapável que tanto parece condenar a um destino no mundo. Seja na honesta reflexão pura sobre o alisar dos cabelos afros ou na arregimentação para uma invasão negra pelo poder e dinheiro ao bairro de classe média alta, a mulher negra surge em sete raios inspirados em depoimentos de figuras reais. Entre as histórias perpassam o abandono, a batalha, os anseios e também a felicidade.

Em cena, a ‘griot’ Débora Almeida nos encanta em suas falas. Com domínio e segurança, transita do humor à firmeza, passando por certa metateatralidade em seu discurso, tudo acompanhado por um corpo vívido e voz plena. Como crianças que pedem mais uma história e outra antes de dormir, ao final de “Sete Ventos” ficamos com o desejo de ouvir mais do que Débora Almeida tem a contar.

*Retirado do site Melanina Acentuada: http://www.melaninaacentuada.com.br/#!a-contadora-de-mulheres/upo3b

Lançamento do livro Sete Ventos. As sete mulheres inspiradas em Iansã viraram livro

No dia 23 de outubro de 2015, além de apresentar o espetáculo SETE VENTOS no Melanina Acentuada, também lançamos, pela editora Autografia, o livro SETE VENTOS.

A história de Bárbara e as sete personagens inspiradas em Iansã virou um lindo livro que traz o texto do espetáculo, fotos, trechos de depoimentos de mulheres entrevistadas, prefácio de Cristiane Sobral e poesia de abertura de Nina Silva.

Foi uma noite linda que contou com a presença de muitas pessoas ilustres e queridas.

Interessados em adquirir o livro, entrem em contato com a produtora: deboradeoliveira2014@gmail.com

        Seguindo a legenda em círculo: (1)Exempares do livro, (2)Débora Almeida em noite de autógrafos, (3)com Vanda Ferreira, da SPM, (4)com Elisa Larkin, do Ipeafro e                  (5)com Bárbara Santos do centro de Teatro do Oprimido.

2015

O ano começou em janeiro e com tudo. O tempo foi pouco para poder divulgar e registrar, mas agora conto um pouco sobre o que aconteceu até aqui:

MARÇO
Apresentamos SETE VENTOS no SESC Duque de Caxias. Foi incrível. Uma plateia de estudantes de escola pública misturada com o público comum. Houve debate e muita troca. Os adolescentes se colocaram, se sentindo representados. foi uma tarde linda. Por fim, ainda estávamos no outdoor da avenida principal ao lado dos nossos amigos do Teatro de Anônimo. Tarde linda em Caxias!

Sete Ventos em outdoor ao lado de In Conserto dos amigos do Teatro de Anônimo

Sete Ventos em outdoor ao lado de In Conserto dos amigos do Teatro de Anônimo

II Simpósio de Literatura Negra Ibero- Americana e Colóquio Afro Contemporâneo de Artes Cênicas

Ainda em março participei do simpósio em Curitiba, na Universidade Federal do Paraná e do Colóquio Afro Contemporâneo de Artes Cênicas, da Universidade Estadual de São Paulo- UNESP. Em ambos falei sobre o processo de escrita e concepção de Sete Ventos.

ABRIL

Continuando a estrada com SETE VENTOS, participamos da Mostra Gênero em Cena, do evento Curta O Gênero, em Fortaleza, Ceará. Foi incrível e emocionante. Empretecemos o Dragão do Mar.

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MAIO

Mais uma universidade abriu suas portas para ouvir sobre o processo de SETE VENTOS. Dessa vez, estive na Faculdade de Letras da UFMG- Universidade Federal de Minas Gerais, participando do Colóquio Mulheres em Letras.

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Palestra sobre o processo de Sete Ventos

Palestra sobre o processo de Sete Ventos